olhar para baixo
a agua da privada
coberta por espumas e bolhas flutuantes
o meu rim, mijando meus tubulos,
olha la eles, nadando
necrosantes
cada dia e cada noite
cada morte
agente se mata por toda vida
tentando escapar da morte
eu preciso de um infarto fulminante
ou um grande trombo em minha arteria cerebral media ou posterior
nem quero imaginar a dialise
e nem ficar sem andar por ai
andar pela beira da praia
pelas trilhas de minas
andar pela praça
com meus cachorrinnhos
andar por ai
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