love broder.
a resposta sempre foi essa.
se cuida
sábado, 29 de outubro de 2011
mi vida is mi vida, mi bunda is mi bunda. nunca cherei a sua.
abro a agua da pia com cuidado
para q seu pelo nao desça pelo ralo
e permaneça ali, imóvel
pra eu lembrar de vc me chingando.
as noites correm rapido
mto mais q os dias.
a taverna eh escura meu amigo
e nem tente entende-la,
vc perderia alguns quilos
e alguns anos .
qnd aquele menino falou em voz alta
soltando escorpioes pela nadega
o mundo inteiro
se virou a ele.
calma meu menino
o mundo eh seu,
nenhum veneno precisa entrar nele
a nao ser q vc queira.
eu te trago um outro veneno
para vc colocar em suas veias.
calma meu menino calma.
feche suas portas?
nao menino nao.
abra sua cara
abra sua casa
pq quem merece deitar em sua cama
sua cama aceitará.
assim como seu sorriso.
senao menino o rio inunda
e o mar entra bravo
pela janela do seu quarto
cuspindo uma cara de insatisfaçao
e uma nuvem de ansiedade.
olho reto
boca reta
insatisfaçao.
mi vida is mi vida
mi bunda is mi bunda
nao cheire a minha se eu nao te chamar,
eu nunca cheirei a sua.
olho reto
boca reta
minha solidao
minha taverna
minha escuridao.
para q seu pelo nao desça pelo ralo
e permaneça ali, imóvel
pra eu lembrar de vc me chingando.
as noites correm rapido
mto mais q os dias.
a taverna eh escura meu amigo
e nem tente entende-la,
vc perderia alguns quilos
e alguns anos .
qnd aquele menino falou em voz alta
soltando escorpioes pela nadega
o mundo inteiro
se virou a ele.
calma meu menino
o mundo eh seu,
nenhum veneno precisa entrar nele
a nao ser q vc queira.
eu te trago um outro veneno
para vc colocar em suas veias.
calma meu menino calma.
feche suas portas?
nao menino nao.
abra sua cara
abra sua casa
pq quem merece deitar em sua cama
sua cama aceitará.
assim como seu sorriso.
senao menino o rio inunda
e o mar entra bravo
pela janela do seu quarto
cuspindo uma cara de insatisfaçao
e uma nuvem de ansiedade.
olho reto
boca reta
insatisfaçao.
mi vida is mi vida
mi bunda is mi bunda
nao cheire a minha se eu nao te chamar,
eu nunca cheirei a sua.
olho reto
boca reta
minha solidao
minha taverna
minha escuridao.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
hipoglicemia 2 25/10/2011
quem eh vc?
nao eh aquele fio de cabelo.
nao o da ponta ,
nem a raiz
nem o do meio
fio q caiu semana passada.
a porta abriu,
o guitarrista acabou de parar.
e eu me lembro
apenas do sorriso.
na verdade eu sinto
oq eu sentia
qnd vc ria.
aquele gene
q da sequencia
àquelas inumeras celulas
q formam seus pelos;
eles nao deixam de ser nunca
exatamente como seus pelos.
as ondas do baixo
mesmo minha pele sentindo o baixo..
vem tudo do mesmo.
+
aonde eu vou qnd escuto?
ai sim mora o misterio.
como eu vou onde sinto?
pela musica eu sei,
pelo seu cabelo.
mais oq q sente td isso?
foda-se.
nao eh aquele fio de cabelo.
nao o da ponta ,
nem a raiz
nem o do meio
fio q caiu semana passada.
a porta abriu,
o guitarrista acabou de parar.
e eu me lembro
apenas do sorriso.
na verdade eu sinto
oq eu sentia
qnd vc ria.
aquele gene
q da sequencia
àquelas inumeras celulas
q formam seus pelos;
eles nao deixam de ser nunca
exatamente como seus pelos.
as ondas do baixo
mesmo minha pele sentindo o baixo..
vem tudo do mesmo.
+
aonde eu vou qnd escuto?
ai sim mora o misterio.
como eu vou onde sinto?
pela musica eu sei,
pelo seu cabelo.
mais oq q sente td isso?
foda-se.
domingo, 23 de outubro de 2011
viajando com o vento.
entrar dentro do papel
pelas vozes q encontram meu hipotalamo.
sim meu caro
venha mais perto.
entrando no vento
descendo o morro de skate
pelas rodas e voltas em meu circuito basico.
eu me lembro dela correndo
eu me lembro meu caro,
eu me lembro.
os bem ti vis brincando.
e eu pensando no sentido
de estar sempre com minha mae
pela voz dos meus amigos
dos meus primos
e de toda minha familia.
caminhando com energias espirituais
vindas da casa de cada olhar
q me acompanha nas vidas.
sentindo como cromossomos,
sentindo como receptores de celulas,
sentindo com o cerebro,
querendo nao ser um animal,
seguindo o cheiro da carne.
entrando nos sulcos,
pelos becos,
sentindo o gosto seco
daquela cachaça do tio doido do bar.
a linha de raciocinio eh uma musica do pink floyd.
entrando dentro do papel
viajando com o vento
pela voz morrisoniana do tempo
tentando entender alguma coisa
q me deixe menos ansioso.
pelas vozes q encontram meu hipotalamo.
sim meu caro
venha mais perto.
entrando no vento
descendo o morro de skate
pelas rodas e voltas em meu circuito basico.
eu me lembro dela correndo
eu me lembro meu caro,
eu me lembro.
os bem ti vis brincando.
e eu pensando no sentido
de estar sempre com minha mae
pela voz dos meus amigos
dos meus primos
e de toda minha familia.
caminhando com energias espirituais
vindas da casa de cada olhar
q me acompanha nas vidas.
sentindo como cromossomos,
sentindo como receptores de celulas,
sentindo com o cerebro,
querendo nao ser um animal,
seguindo o cheiro da carne.
entrando nos sulcos,
pelos becos,
sentindo o gosto seco
daquela cachaça do tio doido do bar.
a linha de raciocinio eh uma musica do pink floyd.
entrando dentro do papel
viajando com o vento
pela voz morrisoniana do tempo
tentando entender alguma coisa
q me deixe menos ansioso.
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
?
as ondas jah nao sao as mesmas.
o chao jah nao eh o mesmo,
agora ele racha, ele vira pó.
vcs se lembrar da terra?
vcs tem raiva do paralelepipedo?
o futebol jah nao eh o mesmo,
as poesias jah nao sao as mesmas,
os livros jah nao sao os mesmos,
os festivais de musica brasileira jah nao sao os mesmos,
as roupas nao sao as mesmas,
os policias nao sao os mesmos,
os juizes jah nao sao os mesmos,
as musicas jah nao sao as mesmas,
as cidades jah nao sao as mesmas,
o q continua
mudando tudo
e teimosamente nao muda
somos nós e nosso governo.
agente continua tomando no cu
tomando no cu
no cu
no cu.
agente continua matando uns aos outros
agente continua sem criatividade
agente continua com fome
com sede
e sem teto.
e eles continuam
a escolher as coisas por nos.
quem disse q eu queria a usina de belomonte?
quem disse q eu queria isso da saude?
democracia eh o caralho,
o poder do povo tah na mao do povo,
nao em uma assinatura.
de uma semente na minha mao
q eu mesmo cavo um buraquinho
e coloco-a com ternura,
molhando sua coluna
pra ver ela surgir do chao,
feito torre.
nao precisamos q ng escolha o melhor vestido
nem o menor sentido.
ow vc acha certo essa ilusao?
pessoas felizes caminhando no shoppem,
pessoas tristes cavando possas
e mais possas
de distancia uma das outras.
respiramos corrupçao.
respiramos falsidade
observe uma partida de futebol.
e assuma.
eu nao quero mais competir,
e eu te direi
venha
me de a mao.
o chao jah nao eh o mesmo,
agora ele racha, ele vira pó.
vcs se lembrar da terra?
vcs tem raiva do paralelepipedo?
o futebol jah nao eh o mesmo,
as poesias jah nao sao as mesmas,
os livros jah nao sao os mesmos,
os festivais de musica brasileira jah nao sao os mesmos,
as roupas nao sao as mesmas,
os policias nao sao os mesmos,
os juizes jah nao sao os mesmos,
as musicas jah nao sao as mesmas,
as cidades jah nao sao as mesmas,
o q continua
mudando tudo
e teimosamente nao muda
somos nós e nosso governo.
agente continua tomando no cu
tomando no cu
no cu
no cu.
agente continua matando uns aos outros
agente continua sem criatividade
agente continua com fome
com sede
e sem teto.
e eles continuam
a escolher as coisas por nos.
quem disse q eu queria a usina de belomonte?
quem disse q eu queria isso da saude?
democracia eh o caralho,
o poder do povo tah na mao do povo,
nao em uma assinatura.
de uma semente na minha mao
q eu mesmo cavo um buraquinho
e coloco-a com ternura,
molhando sua coluna
pra ver ela surgir do chao,
feito torre.
nao precisamos q ng escolha o melhor vestido
nem o menor sentido.
ow vc acha certo essa ilusao?
pessoas felizes caminhando no shoppem,
pessoas tristes cavando possas
e mais possas
de distancia uma das outras.
respiramos corrupçao.
respiramos falsidade
observe uma partida de futebol.
e assuma.
eu nao quero mais competir,
e eu te direi
venha
me de a mao.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
a dor q sinto em meu peito,
eh a dor q eu escolhi sentir.
as meninas me chamam de lado
e conversam coisas estranhas.
coisas q eu ainda nao entendo.
eh a dor q eu sinto em meu peito
vindo de novo,,
ele saiu sabendo oq sentir
sabendo oq eu ia sentir
.
e essa dor nao passa quase nunca.
eu sabia oq eu ia sentir. eu jah sabia.
td se encaixa.
o tanto de risadas,
o tanto de porradas.
aquele telefonema incerto,
aquela risada
naquele momento.
td se encaixa meu caro,
e a caixa eh pequena d+ pra caber todos esses lamentos.
e eu jah sabia q nao ia fazer nada.
eu sabia e nao fiz nada.
i'm grooving
i'm moving
i'm going
eh a dor q eu escolhi sentir.
as meninas me chamam de lado
e conversam coisas estranhas.
coisas q eu ainda nao entendo.
eh a dor q eu sinto em meu peito
vindo de novo,,
ele saiu sabendo oq sentir
sabendo oq eu ia sentir
.
e essa dor nao passa quase nunca.
eu sabia oq eu ia sentir. eu jah sabia.
td se encaixa.
o tanto de risadas,
o tanto de porradas.
aquele telefonema incerto,
aquela risada
naquele momento.
td se encaixa meu caro,
e a caixa eh pequena d+ pra caber todos esses lamentos.
e eu jah sabia q nao ia fazer nada.
eu sabia e nao fiz nada.
i'm grooving
i'm moving
i'm going
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
analogico
acordo com o sol.
limpo a cara e as maos,
e sinto o vento pela janela.
ponho um chinelo,
decido ir ao mercadao,
e sigo dando meus ois.
vou ateh o vizinho
peço uma chicara de açucar
e a chamo pra tomar um vinho.
desço as escadas
abro a porta do carro
abro a janela do carro
com a mesma manivela
q levava as pedras
e movimentos do passado.
tiro o chinelo
ponho os pés no chao.
aperto a sua mao.
vejo uns quadros novos
da rua olho a calçada.
jogo meu celular fora,
e acabo encontrando todo mundo
no mesmo lugar.
escuto um jazz no meu laptop de ultima geraçao.
mas eh um jazz meu amigo,
daqueles q te levantam do chao.
vou com ele ateh a porta dela
por puro movimento de telepatizaçao,
como seus cabelo eriçados na tempestade,
como seu olho sentindo saudade,
como a terra girando sobre o sol.
a natureza me criou,
e espera de mim criaçao.
q eu seja analogico
como o amor
dentro de 2 mãos,
q eu seja natural
como minha mae
mae do vento
como minha mae
mae do mar
como minha mae
mae da terra.
+ seu vento sopra na minha cara
e eu descubro algo alem
dos meus pelos eriçados.
+ sua agua acaricia minha pele
e eu descubro algo alem
dos meus poros desidratados.
+ sua terra suja meu pe descalço
e eu descubro algo alem
doq eu tinha certo e concretado
assim
como uma manivela do passado
maquinando
linha por linha
escala por escala.
assim
como uma explosao q deixa em pedaços
tudo q havia no passado
deixando linha por linha
pra fazer por
escala por escala
uma criaçao
em forma de nova mensagem.
limpo a cara e as maos,
e sinto o vento pela janela.
ponho um chinelo,
decido ir ao mercadao,
e sigo dando meus ois.
vou ateh o vizinho
peço uma chicara de açucar
e a chamo pra tomar um vinho.
desço as escadas
abro a porta do carro
abro a janela do carro
com a mesma manivela
q levava as pedras
e movimentos do passado.
tiro o chinelo
ponho os pés no chao.
aperto a sua mao.
vejo uns quadros novos
da rua olho a calçada.
jogo meu celular fora,
e acabo encontrando todo mundo
no mesmo lugar.
escuto um jazz no meu laptop de ultima geraçao.
mas eh um jazz meu amigo,
daqueles q te levantam do chao.
vou com ele ateh a porta dela
por puro movimento de telepatizaçao,
como seus cabelo eriçados na tempestade,
como seu olho sentindo saudade,
como a terra girando sobre o sol.
a natureza me criou,
e espera de mim criaçao.
q eu seja analogico
como o amor
dentro de 2 mãos,
q eu seja natural
como minha mae
mae do vento
como minha mae
mae do mar
como minha mae
mae da terra.
+ seu vento sopra na minha cara
e eu descubro algo alem
dos meus pelos eriçados.
+ sua agua acaricia minha pele
e eu descubro algo alem
dos meus poros desidratados.
+ sua terra suja meu pe descalço
e eu descubro algo alem
doq eu tinha certo e concretado
assim
como uma manivela do passado
maquinando
linha por linha
escala por escala.
assim
como uma explosao q deixa em pedaços
tudo q havia no passado
deixando linha por linha
pra fazer por
escala por escala
uma criaçao
em forma de nova mensagem.
segue menina, segue.
vai menina,
segue sua vida.
vai menino segue a sua.
nao digo como raiva,
mto menos vingança.
segue seu caminho
pedra no rio,
sem ng pra te pegar
e jogar em outro lago
cuja agua eh adoçada
pelo gosto de qqr outra agua,
q nao àquela q queira do seu lado.
segue seu caminho estrela iluminada
sem perceber q olham seu piscar inusitado,
esperando receber alguma coisa em troca.
segue sorrindo
segue cantando
segue beijando
e deixando alguem apaixonado.
um dia agente se esbarra de novo,
como 2 crianças abandonadas
pra matar o frio um do outro
debaixo do um teto abandonado.
segue sua vida.
vai menino segue a sua.
nao digo como raiva,
mto menos vingança.
segue seu caminho
pedra no rio,
sem ng pra te pegar
e jogar em outro lago
cuja agua eh adoçada
pelo gosto de qqr outra agua,
q nao àquela q queira do seu lado.
segue seu caminho estrela iluminada
sem perceber q olham seu piscar inusitado,
esperando receber alguma coisa em troca.
segue sorrindo
segue cantando
segue beijando
e deixando alguem apaixonado.
um dia agente se esbarra de novo,
como 2 crianças abandonadas
pra matar o frio um do outro
debaixo do um teto abandonado.
sábado, 15 de outubro de 2011
nao tem cura.
nao cura fechar o pc,
mto menos abri-lo.
nao cura aumentar a musica,
mto menos troca-la.
nao cura
nao cura nao
cura.
nao cura fumar um cigarro
mto menos um maço.
nao cura fumar um baseado,
mas pelo menos esquece-se da cura.
nao cura beber tanto,
mto menos pouco.
nao cura bater na sua amiga,
mto menos exclui-la.
nao cura buscar a cura,
mto menos esquece-la.
nao cura te-la,
mto menos ficar sem ela.
mto menos abri-lo.
nao cura aumentar a musica,
mto menos troca-la.
nao cura
nao cura nao
cura.
nao cura fumar um cigarro
mto menos um maço.
nao cura fumar um baseado,
mas pelo menos esquece-se da cura.
nao cura beber tanto,
mto menos pouco.
nao cura bater na sua amiga,
mto menos exclui-la.
nao cura buscar a cura,
mto menos esquece-la.
nao cura te-la,
mto menos ficar sem ela.
experimentemos todos os gostos.
sabe qnd vc nao sabe aonde tah;
e nao quer escutar nada
doq esses macacos de roupa falam?
sei , eu fui a sala de aula.
sabe qnd o povo fala
oq vc nao sabe escutar
fala querende te empurrar?
sim , eu tb vim de outra frequencia.
+ pq eles nao escutam???
é egoísmo d+?
serah culpa delas
de nao querer buscar outra saida
ow serah culpa dos pais?
eu axu q eu falo muito.
na verdade eu tenhu certeza,
nao sei se tb nao gostaria de mim mesmo.
serah tb q nao me escutam???
qual a minha frequencia?
nao sei.
mais to tentando saber.
como indios repetindo oq lêem nos livros
como papagaios repetindo oq deve ser dito
com uma cara de wilian bonner.
bom, na verdade quem sabe alguma coisa
eh pq experimenta,
e meu amigo
eu sou mestre na arte de cair.
todo mundo conhece a letra
leu a bula,
leu a receita,
+ quem experimenta o bolo
eh quem conhece o gosto.
e nao quer escutar nada
doq esses macacos de roupa falam?
sei , eu fui a sala de aula.
sabe qnd o povo fala
oq vc nao sabe escutar
fala querende te empurrar?
sim , eu tb vim de outra frequencia.
+ pq eles nao escutam???
é egoísmo d+?
serah culpa delas
de nao querer buscar outra saida
ow serah culpa dos pais?
eu axu q eu falo muito.
na verdade eu tenhu certeza,
nao sei se tb nao gostaria de mim mesmo.
serah tb q nao me escutam???
qual a minha frequencia?
nao sei.
mais to tentando saber.
como indios repetindo oq lêem nos livros
como papagaios repetindo oq deve ser dito
com uma cara de wilian bonner.
bom, na verdade quem sabe alguma coisa
eh pq experimenta,
e meu amigo
eu sou mestre na arte de cair.
todo mundo conhece a letra
leu a bula,
leu a receita,
+ quem experimenta o bolo
eh quem conhece o gosto.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
fogo.
cabelo preto
de um jeito
nem tanto
nem pouco cabelo.
cabelo escorrido
um cabelo lindo.
pele branca
traços finos
pele branca e macia
bochecha rosinha
me pede beijinho,
num rostinho comprido.
camisa chadrez
manga comprida
short pequeno
pernas firmes,
um tanto quanto
finas,
mais firmes.
finas com volume.
camisa chadrez
pele branca
cabelo preto liso
olho preto,
olho preto meu amigo.
o olho dela eh uma jaboticaba
pretos como a noite
e o fim da madrugada;
como os tons negros de munch
te amassando como uma serpente.
eh meu amigo.
ela mexe com seu olho,
e mexe no seu corpo
sem q vc percebe,
o olho dela eh uma fogueira de fogo.
e eu olho no fundo do fogo
com seus olhos pretos me chamando
eu olho no fundo do fogo
com seus olhos pretos me chamando.
nao me lembro do nome,
nao me lembro do dia
nao me lembro da casa,
nao me lembro se eu fui
nao me lembro se eu ia
nao me lembre de nada porra!
apenas do calor q eu sentia
qnd entrei na floresta
seguindo seu fogo q ardia.
de um jeito
nem tanto
nem pouco cabelo.
cabelo escorrido
um cabelo lindo.
pele branca
traços finos
pele branca e macia
bochecha rosinha
me pede beijinho,
num rostinho comprido.
camisa chadrez
manga comprida
short pequeno
pernas firmes,
um tanto quanto
finas,
mais firmes.
finas com volume.
camisa chadrez
pele branca
cabelo preto liso
olho preto,
olho preto meu amigo.
o olho dela eh uma jaboticaba
pretos como a noite
e o fim da madrugada;
como os tons negros de munch
te amassando como uma serpente.
eh meu amigo.
ela mexe com seu olho,
e mexe no seu corpo
sem q vc percebe,
o olho dela eh uma fogueira de fogo.
e eu olho no fundo do fogo
com seus olhos pretos me chamando
eu olho no fundo do fogo
com seus olhos pretos me chamando.
nao me lembro do nome,
nao me lembro do dia
nao me lembro da casa,
nao me lembro se eu fui
nao me lembro se eu ia
nao me lembre de nada porra!
apenas do calor q eu sentia
qnd entrei na floresta
seguindo seu fogo q ardia.
inventando sentido..
qto mais vc proibe,
+ eu sou bandido baby.
uma mao casada
eh uma bunda como outra qqr.
e subir no muro me fez bem.
era pra ficar nervoso com a situaçao
e ele me pergunta como eu sou tao zem?
eh q nao conheces
o fogo da minha brasa
subrinha do vento dela
queimando toda minha casa.
ticket to ride
nao combina a situaçao;
mais eu queria escutar aquela voz:
she would never be free
when i was around
enquanto isso
do outro lado do estado
alguem tb sente falta.
bela , escutando o abbey road
acaba de dar um soluço.
ela pensava estar bem perto,
o sangue e a alma.
viva a noite
e seus loucos de jogar pedra.
viva a cerveja
viva eu, q penso nela
enquanto tomo cerveja
doido de jogar pedra,
inventando um poema
q fala dela
jogando pensamentos nela
pra fazer meu ticket to ride ter algum sentido,
e eu nao ter quer sair correndo
e fazer outra vez
outra refazenda.
+ eu sou bandido baby.
uma mao casada
eh uma bunda como outra qqr.
e subir no muro me fez bem.
era pra ficar nervoso com a situaçao
e ele me pergunta como eu sou tao zem?
eh q nao conheces
o fogo da minha brasa
subrinha do vento dela
queimando toda minha casa.
ticket to ride
nao combina a situaçao;
mais eu queria escutar aquela voz:
she would never be free
when i was around
enquanto isso
do outro lado do estado
alguem tb sente falta.
bela , escutando o abbey road
acaba de dar um soluço.
ela pensava estar bem perto,
o sangue e a alma.
viva a noite
e seus loucos de jogar pedra.
viva a cerveja
viva eu, q penso nela
enquanto tomo cerveja
doido de jogar pedra,
inventando um poema
q fala dela
jogando pensamentos nela
pra fazer meu ticket to ride ter algum sentido,
e eu nao ter quer sair correndo
e fazer outra vez
outra refazenda.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
a lua amarela
como nos velhos tempos:
a lua amarela
e eu bebado.
ela na minha frente
a lua amarela
e eu completamente bebado.
eh pra ser serah
oq temque ser?
meu deus me pergunto a lua .
e ela bem amarela, enorme.
a lua amarela na minha frente
o tanto q ela eh bela.
, ela arraia e projeta
a sombra de uma arvore na parede.
vc nao tem noçao..
na verdade tens.
sabe aquele copo de bebida
q deixa quente.?
e aquelas risadas honestas
transparecendo o resto
, o pedaço de marmore
dagente.
medo do pai descobrir quem sou.
ele vai ficar mto bravo.
tem um lago
uma montanha
e a lua amarela.
tudo veio da lua amarela.
toda
a minha noite
que morreu como tantas outras
em que fiquei
aqui na sacada,
completamente bebado,
olhando a
lua
amarela.
a lua amarela
e eu bebado.
ela na minha frente
a lua amarela
e eu completamente bebado.
eh pra ser serah
oq temque ser?
meu deus me pergunto a lua .
e ela bem amarela, enorme.
a lua amarela na minha frente
o tanto q ela eh bela.
, ela arraia e projeta
a sombra de uma arvore na parede.
vc nao tem noçao..
na verdade tens.
sabe aquele copo de bebida
q deixa quente.?
e aquelas risadas honestas
transparecendo o resto
, o pedaço de marmore
dagente.
medo do pai descobrir quem sou.
ele vai ficar mto bravo.
tem um lago
uma montanha
e a lua amarela.
tudo veio da lua amarela.
toda
a minha noite
que morreu como tantas outras
em que fiquei
aqui na sacada,
completamente bebado,
olhando a
lua
amarela.
terça-feira, 11 de outubro de 2011
serah q ela toparia sexo a 3?
Eu depilaria o peito,
Comeria um jiló com seu pai no almoço,
Soh pra ver vc sorrir.
Eu vestiria uma camiseta escrito pólo
E uma bermuda da moda.
Eu pentiaria meu cabelo.
Eu faria um monte de coisas menina,
E vc??
Vc reclamaria do meu peito de coçando
E falaria q eu era mto falso
Com meu sorriso.
Falaria q prefere eu com minha camiseta surrada
E minha bermuda rasgada.
Vc falaria q prefere meu cabelo bagunçado.
Vc falaria q eu não faço nada pra vc.
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