depois de alguns anos
me deposito sobre a cadeira
sobre o teclado
sobre meu coração.
entorta meu peito
o peso da saudade dela
e o peso das saudades q ainda nao senti.
continuo como o marmore o vidro queimando aquele fio branco de somniferum
mas agora desenvolvi um jeito de aumenta-la pela veia .
continuo triste
meu irmao quer se matar.
mas ele sempre foi tão vivo.
tao bonito
tao bom em tudo q ele faz
q eu nao sei mais como fazer
nem nunca soube como se faz
apenas continuo nao fazendo .
absolutamente nada faço
doq quero
eu gosto de cortar pessoas
de verdade
mais doq do resultado .
antiético, patético , mórbido.
to cansado.
mas gosto das pessoas. ainda.
gosto de trocar sorriso
gosto de trocar carinho
gosto dos meus amigos.
tenho punho e tornozelo,
tornozelo ainda
ja comecei a corta-lo de dia
para tentar nao me ver sem ele a noite
pra quem viveu a luz do sol
nao pode mais viver na escuridão.
mutante como ele
vou tentar viver um dia
como ele sempre viveu
pra quem viveu a luz do sol
nao pode mais viver na escuridao .
taverna escura2
sábado, 2 de julho de 2016
domingo, 29 de março de 2015
escrevo bem quandochoro
e quando escuta uma guitarra chorando devagar.
acho q nao estou parado no apartamento.
ando de maos dadas com minha prima na noite sem saber onde parar,
e parando em todos os bares.
mijando na rua.
depreto.
me vejo na igreja de todos os santos:mato adentro
e te dou todo meu amor
e quando escuta uma guitarra chorando devagar.
acho q nao estou parado no apartamento.
ando de maos dadas com minha prima na noite sem saber onde parar,
e parando em todos os bares.
mijando na rua.
depreto.
me vejo na igreja de todos os santos:mato adentro
e te dou todo meu amor
lembrança paraty.
ela me perguntou qual a lembrança q eu guardava da viagem
lhe disse a primeira , em menos de 1 segundo me veio a cena:
conversar com tio do barco num cais para pequenos
subir em seu barquinho apenas de short.
t ajudar a subir
depois a recordacao nao eh tao facilmente narravel. tentarei ser solido:
lembro do vento no corpo
nosso cabelo voando
da agua respingando na cara
do ceu azul
do mar
do mato denso
dà gente andando no mangue.
lembro da lama
dos peixinhos
do caranguejo
de andar no mato verde e denso
do vento gostoso na cara
dos cabelo voando
daagua respingando no corpo
lhe disse a primeira , em menos de 1 segundo me veio a cena:
conversar com tio do barco num cais para pequenos
subir em seu barquinho apenas de short.
t ajudar a subir
depois a recordacao nao eh tao facilmente narravel. tentarei ser solido:
lembro do vento no corpo
nosso cabelo voando
da agua respingando na cara
do ceu azul
do mar
do mato denso
dà gente andando no mangue.
lembro da lama
dos peixinhos
do caranguejo
de andar no mato verde e denso
do vento gostoso na cara
dos cabelo voando
daagua respingando no corpo
terça-feira, 17 de março de 2015
aqui, de olhos fechados
repudiando completamente calado
a hierarquia.
foda-se tu com seu chefe sua mae e sua tia.
saudades do meu irmao,
e doq eu pensava qnd ele dizia puto com suas notas:
deixei de aprender muita coisa indo p escola.
sentado
patetico
tempo morto.
tempo morrendo com meu corpo
e deixando minha mente vazia
preocupaçao dmais
aumenta tempo de vida
e eu nao me preocupo com nada,
minha vida tem sido agora
meu futuro nao existe.
fala p ela q acaba muito rapido
e eu realmente nao tnho tempo p pensar.
ando pensando dmais
sobre meu futuro,
vivendo meu presente
do jeito q o abrevie
gosto de indie rock,
de jazz, baiao, caetano
os ruidos dos sons ainda existem
e tenho o cliche de odiar oq a massa gosta
sem me tocar q tb tenho parte nisso.
sou um beat.
nao gosto qnd chega o refrao.
minha namorada eh dreadlock
na minha casa nao entra televisao.
sou grato por isso
apenas gente como eu anda perto de mim
nao uso a bandeira do brasil
muito menos qqr outra bandeira assim
sou um beat
mas minha roupa eh rasgada
nao do conta de falar sem chingo
falo como um contato fisico
escuto coisas sombrias e lentas
com ou sem ruidos.
posso ser ate limpo
mas nao me peça nada
nao me peça nada
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