o teto ta perto da minha cabeça
e ela nao sabe mais pra onde girar.
começo por aqui
mais nao aguento queto,
ja passo pra la.
eu vim do vento de carnaval,
eu vim do movimento da agulha
sou vindo do mato.
mais meu mato eh quente,
embora a terra seja molhada.
e o ato a favor dos indios q eu nao fui,
acabei morrendo mais uma vez.
e o pedido de exame daquele homem
que demorei a levar,
comeu meu pulmao.
eh tanto egoismo pra nada,
q nao se sabe oq sei sobre querer saber sobre oq mais?.....
nao sei mesmo,
se sofrer eh ruim,
saber q o outro sofre
eh pior.
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