qnd eu vou descer um morro pelado de longboard
eu nao penso no tombo ow nas feridas q isso pode me trazer.
eu penso no vento no rosto
e no rosto das pessoas ao me ver:
nú, natural ao mundo, naturalmente simples ,
peladão.
penso nos passaros q vao cantar
e na curva ali a frente.
e os carros passam olhando de lado aquela cena inimaginável:
domingo de manha, um menino descendo o morro seminú de skate.
eu queria q ela pensasse assim
ao querer me dar um beijo molhado,
ao querer transar logo ali ao lado.
queria q ela pensasse no vento no rosto dos apaixonados
q ela sentisse seu coraçao salpicado
naturalmente complexo
nua a alma dela e meu corpo
nua minha alma e seu corpo
ouvir os passaros cantando de manha
depois de uma noite de locura
sexo, discussao politica filosofica
quantica....
quanto mais ela quisesse
qunanto mais ela sentisse
quanto mais acontecesse.
nao iamos ver os carros passando
nem iamos lembrar da cara de censura dos nossos velhos de manha no cafe da manha.
iamos ser 2 humanos
complexos
e naturais.
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